Por favor não derrames a lágrima

Melancolia enaltecida pelas mãos de algo,

Deus será?!,

Vingança efetuada de culpa não perpetuada,

Por favor não derrames a lágrima!

 

Triste estou e estarei,

E o sonho não cogitado,

Procrastinei,

Nesta coita diabólica!

 

Espectros perdidos,

No obscuro da nostalgia…

Sinto-me só,

Sem companhia…

 

A catumba preparo,

O grave arranjo,

Esta maldita sociedade!

Que somente me oferece desilusões…

 

Imagino o imaginário possível,

Sinto o cheiro do negro,

Com um lépido piscar de olhos…

 

Prometo que em breve,

Não incomodarei ninguém,

Esta sociedade misticista arrepender-se-á severamente do que fez!

Algo aguarda o destino…

 

Mas apenas me tenho de conter,

Aguentar esta dor repugnante,

Quero exclamar alto!

Como o vento assobia aos ouvidos das montanhas níveas…

POR FAVOR NÃO DERRAMES A LÁGRIMA!!!

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Poesia

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