Qual o sentido disto tudo?

Crenças, religião ou valores comuns…

Estas são apenas alguns dos meios que o se humano encontra para dar um sentido concreto à sua vida, para tentar fugir à dura e solitária realidade: o sentido da vida não está escrito nas estrela, está em nós próprios.
Para todos os seres vivos o sentido biológico da vida é a sobrevivência e a propagação do material genético; mas esta é uma resposta um tanto melancólica para nós, humanos. Para mim a vida em termos globais não tem significado: no fim somos apenas macacos retardados formados por pó de estrela e tudo o que fizermos vai ser destruído ou esquecido na imensidão incompreensível do universo.

Não há certo nem errado: é tudo uma questão de perceção e, desde que não prejudiquemos ninguém devemos viver a nossa vida livres dos standards socias e criar o nosso lifestyle, devemos estar com quem achamos importante e valorizar as nossas paixões e hobbies mais que qualquer outra atividade.
Não devemos deixar ninguém tomar o nosso caminho por nós, porque mesmo que essa pessoa esteja certa sobre vária coisas não existem gurus humanos, todos erramos, e esses erros deve ser feito por nós próprios.
Falando de universo: penso que o pensamento humano seja um pouco como as teorias científicas: ideias mentais que temos de uma realidade, as quais vão sendo refutadas ao longo do tempo e em resultado disso tornando-se mais complexas; ou seja, o ser humano não tem contacto com a realidade, apenas com a sua percepção dela, mas independentemente desta falta de significado galáctico cabe a cada um de nós dar o significado que queremos dar à nossa vida: podemos tentar descobrir a cura para o cancro, ser desportistas de alta competição e desafiar os limites da fisiologia humana, expressarmo-nos criativamente; mas independemente do nosso progresso e influência no mundo, tudo volta ao nada pois para mim a morte é eterna. É o fim do funcionamento do aglomerado celular a que chamamos cérebro através de um interruptor que só se ativa duas vezes, uma à nascença, permitindo que a luz entre nos nossos olhos, e outra na morte, levando à escuridão infindável; a partir daqui é possível acreditar em contos de fadas sobre o paraíso e a felicidade absoluta com os anjinhos ou aceitar esta realidade desconfortável em que nos encontramos e aproveitá-la ao máximo.

Wim Hof

 

 

 

 

 

 

 

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2 Comments

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  1. Bem bacano, mas é importante dizer que depois de morrermos a nossa matéria transforma-se outra vez em vida… Quando é comida por outros seres ou simplesmente dá minerais à terra para restruturar outra cadeia alimentar!

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